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domingo, 6 de novembro de 2016

Tendência: choker de couro com amarração

Para quem ainda não sentiu a tendência, as chokers são aquelas gargantilhas tipo coleiras que ficam bem rentes ao pescoço. A verdade é que elas voltaram com tudo e se tornaram o acessório must-have do momento. E a que está mais em alta é a choker de couro com amarração.

Esse modelo de choker é fininho e mais delicado que qualquer outro. Geralmente de camurça ou couro, são usadas amarradas com uma volta em torno do pescoço e um lacinho ou simplesmente um nozinho. Eu gosto muito, acho lindas e dão aquele toque todo especial e delicado ao look. E vale também fazer um mix com outros colares fininhos. Vejam algumas inspirações que eu amei:














Fonte: Virei Moda


sexta-feira, 11 de março de 2016

Joalheria Christian Dior

A joalheria Dior lançou sua nova coleção inspirada na infância do estilista e fundador da empresa Christian Dior. São 12 peças exclusivas que traduzem a beleza de sua casa em Granville, na França, e as cores do carnaval e jardins da cidade.

De acordo com a Diretora Artística da grife, Victoire de Castellane, para criar as peças os designers tiveram total liberdade de construção, o que resultou em jóias luxuosas que abusam do uso de gemas coloridas — como berilo, morganita, água-marinha, tanzanita, peridoto, crisoberilo, turmalina rosa e rubelita — com variações de tamanhos e lapidações.







Além das joias, a marca também se aventurou no lançamento de nove relógios de ouro branco, amarelo e rosa, que formam a coleção Granville.



Fonte: Infojoia

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Os tipos de Metal de uma Jóia

Metal é o elemento básico de uma jóia. Ela pode ou não ter gemas preciosas, mas o metal é fundamental. Com as “correntes” artísticas surgiram outros materiais na produção de jóias de vanguarda: acrílico, madeira, fibras naturais, sementes, vidro, mas o metal jamais perderá seu “trono”.

O ouro é sem dúvida o mais empregado na alta joalheria, platina vem em seguida.

Jóias de prata são consideradas “menos nobres”, afinal elas oxidam, mas também têm seu nicho, assim como as jóias folheadas, feitas de latão e outras ligas com banhos galvânicos de metais preciosos.








Na alta joalheria, a cor mais procurada no ouro é o amarelo seguido pelo branco. Com o surgimento de novas tecnologias vimos o ouro adquirir outras cores. Hoje as vitrines e catálogos mostram o “cognac”, “rosê”, “negro” entre outras mais “tímidas”.

Mas se o ouro é naturalmente amarelo como é possível que mude de cor?



A cor no ouro varia conforme a composição da liga, ou seja, diversos metais podem ser acrescentados ao ouro amarelo fazendo com que sua cor sofra alterações. Essas alterações na cor são muito suaves e discretas, um ouro azul não é exatamente azul, ele lembra a tonalidade dessa cor.

Além da alteração na liga metálica do corpo da jóia outra também pode ser empregada para alterar sua cor, a galvanoplastia, a mesma usada nos folheados. Depois de pronta, a jóia é recoberta por uma camada de metal nobre de outra cor.

Um tratamento de superfície pode ‘recobrir” a peça com uma determinada cor enquanto seu interior se mantém com a cor original do metal.
  
É importante lembrar que a jóia que recebe um tratamento de superfície como a galvanoplastia é ainda mais frágil. Produtos abrasivos podem danificar essa cobertura, portanto é imprescindível lembrar ao consumidor sobre os cuidados com sua jóia, para que ela permaneça bonita e vistosa por muito mais tempo.


Fonte: Infojoia por Márcia Pompei

quinta-feira, 1 de março de 2012

Invista em ouro: saiba os motivos


O investimento em ouro continua sendo a melhor opção para aqueles que estão fugindo da crise econômica mundial que anda desestruturando os países europeus.

Em 2011, por exemplo, a compra do ouro pelos bancos centrais mais do que dobrou em relação ao terceiro trimestre de 2010, e neste ano alguns presidentes e diretores que lidam com o metal afirmam que o a cotação irá variar entre US$ 1.700 e US$2.200 a onça-troy.

Por isso, em 2012, o ouro continua como sustentáculo da economia mundial para se esquivar da insegurança e da instabilidade da crise americana, Grécia e a moeda do euro.

Em outras palavras, este é o momento dos investidores irem firme com o metal mais precioso do mundo. Moacir Camargo, gerente de planejamento da OM Ouro, explica que apesar da commodity seguir os preços internacionais, ela se torna diferente e segue um fluxo contrário nos momentos de crise.

“O preço do metal aumenta a sua demanda e consequentemente o preço, pois o investidor, seja ele pessoa física ou jurídica, deixa de investir em seu próprio parque fabril (já que a demanda vai encolher) e a pessoa física, temendo uma desvalorização da moeda, também partem para o ouro como forma de reserva de valor e para obtenção de ganhos financeiros.”, complementa.

Sendo assim, qualquer crise financeira alavanca o preço do ouro. Em 2011, o metal acumulou alta de aproximadamente 10%, o décimo primeiro ano consecutivo de valorização. E para completar, depois de 20 anos fechada, a exploração de Serra Pelada, no Pará, será novamente reaberta, no qual as empresas participantes estimam a presença de 50 toneladas do metal.

Moacir afirma que não há segredos e nem uma fórmula para se investir no ouro, apenas adquiri-lo quando há momentos de instabilidade econômica ou política interna ou externa e vender logo que identificado o momento de calmaria. “É seguro porque não perde valor ao longo do tempo e tem liquidez certa a qualquer tempo e lugar do mundo. Para se ter ideia de liquidez, instituição financeira ou qualquer joalheira compra o metal já que ela é moeda de troca com a indústria de joias.”, conta. #Ficaadica

Fonte: Segs